Falando em amor…

Amor de mãe a gente não discute. Mãe que é mãe “mata e morre” pelo filho, faz tudo o que pode para o bem dos pimpolhos. Mãe que é mãe educa, ensina e trata com muito carinho e amor. Mãe que é mãe é dura quando precisa, e quando tem que ser mais rígida, tem hora que dói mais nela que na criança. Mãe que é mãe conhece seu filho só de olhar pro rostinho dele, sabe traduzir o olhar e os gestos. A linguagem dos filhos com suas mães só diz respeito a eles.

E amor de pai é único também, de uma maneira diferente do amor de mãe, mas é também tão importante e essencial na vida dos pequenos.

Somos exemplos para nossos filhos, e temos que viver sempre em paz e harmonia dentro do nosso lar.

Aqui que entra mais um tipo de amor… o amor entre marido e mulher. A criança se espelha nos pais, e se existe amor entre o casal, a criança vai perceber e sentir esse amor também. Mas nos dias de hoje vemos com frequência filhos que são de pais separados, de pais que às vezes até são casados mas não existe uma cumplicidade, uma divisão de responsabilidades, um diálogo. Os filhos percebem tudo ao seu redor, principalmente quando se diz respeito aos acontecimentos dentro de casa. Será que as pessoas estão se casando por modismo para acontecer tantos casos de divórcios? Ou será que não existe amor para enfrentar o casamento?

Acredito muito mais que a maioria das pessoas pensam que se casam por amor, mas na verdade as pessoas se casam por afinidade, compatibilidade. Uma pequena minoria se casa realmente por amor. Por que cheguei a essa conclusão? Pelo simples fato que a gente só sabe realmente que ama a pessoa com quem nos casamos depois que passa a euforia do casamento e da fase de lua de mel, que passa para a fase do convívio do dia a dia, das responsabilidades dentro de casa e do real conhecimento da pessoa com quem decidimos dividir nossas vidas. A gente só sabe que ama quando passa a conviver com as manias do outro, com os dias difíceis, com as dificuldades. Não estou dizendo que casar é ruim, mas é que a gente casa com uma paixão tão grande pela outra pessoa que é confundida com amor, enquanto amor é superação, é cumplicidade, é admiração, é um apoiar o outro para o crescimento mutuo.

Minha avó diz que para saber se um casamento vai dar certo, tem que comer um saco de sal juntos, que equivale a 7 anos (acho que é isso mesmo, um ditado do pessoal mais antigo, me corrijam se eu estiver errada). Estou quase lá! Rsrs!

Um forte abraço a todos com muito amor!

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