Depois de tanto tempo…

Montei esse blog com o propósito de compartilhar experiências em relação a situações que passamos com filhos. Assim que comecei a fazer postagens, em pouco tempo descobri estar esperando outro bebê. Dessa vez um lindo menino que nasceu ano passado depois de um trabalho danado. Hoje estou retomando as postagens (e espero que dessa vez de forma mais constante), e esse primeiro post do ano desabafo justamente sobre a diferença de uma gravidez para a outra.

A minha primeira gestação foi super tranquila! Trabalhei até próximo da minha filha nascer, não senti quase nenhum desconforto e fui muito feliz, quase não tive enjoos (não suportava passar na porta do Burguer King que adoro muito, foi uma das poucas coisas que realmente tive enjoo), e também não tinha quase nenhuma vontade em comer chocolates. Uma maravilha! Até falava em ter uns 5 filhos! Rsrs! Mas a segunda gestação foi um dilema. Com 28 semanas meu pequeno começou a dar sinais de que queria vim ao mundo, mas estava muito cedo. Começou o nossa luta em tomar medicamentos, manter repousos, consultas constantes… E mesmo antes disso eu tinha muitas dores nas costas e nas pernas e não conseguia trabalhar. Mas o que mais doía era a minha pequenina pedir colo e eu não poder pegá-la, somente quando eu estava sentada, isso era de partir meu coração e foi o que eu mais sofri. Da mesma forma que da outra vez, eu quase não tive enjoos (dessa vez eu não podia iogurtes de morango, rsrs) e ao contrário do que acontece com muitas mãezinhas, a minha médica pediu pra eu comer bem e de tudo (e tudo está incluso pizzas, sorvetes, tortas, bolos, essas coisas bem gostosas e gordas que geralmente se deve evitar) pois meu bebê precisava ganhar peso, e claro, foi tudo sendo monitorado por exames que eu fazia constantemente. Graças a Deus nosso pequeno nasceu saudável, e por incrível que pareça, no fim ele esperou para vim ao mundo no tempo certo.

O que eu posso dizer é que tive duas experiências lindas e todas duas bem diferentes, e tenho certeza que se eu viesse a ter outro bebê seria também uma novidade, com nova expectativa e novas experiências. Cada pessoa é de um jeito e acredito que não existe gestação igual para ninguém.

Desejo que 2015 seja repleto de alegrias e paz a todos!

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